Devagar, devagarinho
desço ao obscuro de mim
Sou comum onde me julguei única
Sou fraca onde me julguei forte
Não sou onde julguei ser-me
Retomo pelo caminho de volta
Na fé fundamental refundarei o meu juízo de mim
E procure novos povos
que nova me achem
e comigo creiam
na inacreditável unicidade
Devagar, devagarinho
subindo
subindo
desço ao obscuro de mim
Sou comum onde me julguei única
Sou fraca onde me julguei forte
Não sou onde julguei ser-me
Retomo pelo caminho de volta
Na fé fundamental refundarei o meu juízo de mim
E procure novos povos
que nova me achem
e comigo creiam
na inacreditável unicidade
Devagar, devagarinho
subindo
subindo

1 comentário:
NO PONTO
No ponto onde o silêncio e a solidão
Se cruzam com a noite e com o frio,
Esperei em vão,
Tão nítido e preciso era o vazio
Sophia de Mello Breyner Andresen
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